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SOLOS na Rede

No mês de agosto, o SOLOS Coletivo de Dança Contemporânea convida a cada sexta-feira artistas diferentes para compartilharem suas criações nessa rede. No dia 27 de agosto teremos Ângelo Madureira com a obra "Delírio".

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Horário e local

27 de ago. de 2021, 20:00 – 21:00 BRT

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Sobre o evento

No mês de agosto, o SOLOS Coletivo de Dança Contemporânea segue convidando artistas, criadores da arte para compartilharem suas criações enriquecendo essa rede de afetos e trocas. A cada sexta-feira teremos convidados diferentes.

Sextas-feiras, 27 de agosto de 2021, às 20:00 BRZ

Ingressos - R$20,00

Todas as performances são seguidas de um bate-papo com os artistas.

"Delírio" com Ângelo Madureira

Espetáculo solo de Ângelo Madureira, foi criado em 1999, após o processo de pesquisa do solo de Bateria feito através da Bolsa de Pesquisa Rede Stagium, em 1998. Neste experimento, Ângelo Madureira buscou no livro Frevo Capoeira e Passo de Waldemar de Oliveira, conceitos sobre o frevo. Nesse livro, Waldemar cita que o frevo é a música e o passo é a dança. Através desse conceito, Ângelo Madureira desenvolveu o solo de bateria, onde substituiu a música do frevo pelo som do rock progressivo, com esse material surgiu a seguinte pergunta: – Se tirar a música do frevo, o que se dança? Como resultado desse questionamento surgiu o espetáculo Delírio, uma obra lúdica, com características fortes da maneira de representar a dança popular em cena. É sempre difícil identificar o começo de uma história. Para Ângelo Madureira, o seu solo Delírio pode ter nascido sete anos antes da estréia, em um aniversário do Balé Popular do Recife, com a música que dá nome ao solo (composta por seu tataravô Tonheca Dantas) e um personagem criado por seu próprio pai. Mas também poderia ter sido em uma madrugada solitária, um ano depois de chegar a São Paulo, durante a leitura da carta de recomendação escrita pelo pai que guardava nas costas a fábula de um curumim que, após retornar à tribo de origem, não conseguia mais se reconhecer. Essas referências afetivas ainda estão muito presentes, mas de lá para cá muita coisa mudou, sobretudo a partir do encontro com Ana Catarina Vieira. A partir daí, surgiram muitas perguntas e algumas continuam sem resposta: A dança se organiza a partir de um banco de passos ou a pesquisa pode desdobrá-los recriando corporalmente uma historiografia das primeiras formas? Como escapar das classificações que não admitem os entre-lugares? Como sobreviver fora do lastro das etiquetas que garantem a circulação em mercados específicos? Em 2006, Clandestino amadurece essas inquietações e radicaliza a pesquisa, uma vez que, desde 2000, Ângelo e Catarina já haviam fundado juntos uma escola e os confrontos entre a formação de balé clássico dela e da dança popular dele, haviam passado por fases diferentes. — Christine Greiner  para Panorama SESI de Dança de 2010.

FICHA TÉCNICA

Interprete criador: Ângelo Madureira

Direção Geral: Ana Catarina Vieira

Direção Técnica: Juliana Augusta Vieira

Músicas: Antúlio Madureira

Ingressos

  • SOLOS na Rede

    R$ 20,00
    Taxa de serviço de R$ 0,50

Total

R$ 0,00

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